AEROPORTOS
Costa Marques faz parte de leilão de quatro aeroportos em Rondônia
Rondônia terá 4 aeroportos participando de leilão na Amazônia Legal que movimentará R$ 3,4 bilhões, entre eles, a cidade de Costa Marques consta na lista
Publicado em 21/01/2025 às 09:30
O leilão de 43 aeroportos regionais da Amazônia Legal deve movimentar R$ 3,4 bilhões na primeira fase do Programa de Investimentos Privados em Aeroportos Regionais (AmpliAr), segundo estimativa do governo federal. O Estado do Amazonas é o que mais possui espaços aéreos disponíveis, com 15 no total.
De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, que abriu uma consulta pública em dezembro de 2024, o objetivo é atrair investimentos privados para terminais com baixa conectividade. A previsão é de que o edital do leilão seja lançado entre março e abril, com contratos assinados ainda no primeiro semestre de 2025.
Veja onde estão os aeroportos da Amazônia Legal que serão leiloados:
Acre – 2 aeroportos
- Taruacá; Marechal Thaumaturgo;
Amazonas – 15 aeroportos
- Carauari; Eirunepé; Lábrea; São Paulo de Olivença; Santo Antônio do Iça; Barcelos; Manicoré; São Gabriel da Cachoeira; Fonte Boa; Santa Isabel do Rio Negro; Itacoatiara; Borba; Maués; Parintins; Apuí;
Pará – 11 aeroportos
- Almeirim; Breves; Salinópolis; Itaituba; Oriximiná; Jacareacanga; Novo Progresso; Tucuruí; Redenção; Paragominas; São Félix do Xingu;
Rondônia – 4 aeroportos
- Guajará-Mirim; Vilhena; Cacoal; Costa Marques;
Tocantins – 1 aeroporto
- Araguaína;
Mato Grosso – 7 aeroportos
- Aripuanã; Juína; Cáceres; Tangará da Serra; Canarana; Porto Alegre do Norte; Primavera do Leste;
Maranhão – 3 aeroportos
- Barreirinhas; Bacabal; Balsas;
Programa
Ao todo, o programa deve incluir 100 aeroportos regionais deficitários. De acordo com o governo federal, a empresa GRU, que administra o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo e o RIOgaleão, que opera o Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, está entre as empresas interessadas em adquirir algumas das unidades.
O Programa AmpliAR vai permitir que concessionárias assumam a gestão de aeroportos regionais por meio de processos competitivos simplificados. Como contrapartida, as concessionárias terão acesso a mecanismos de reequilíbrio contratual, como redução de outorgas ou extensão de prazos. O principal objetivo é modernizar a infraestrutura dos aeroportos, promovendo maior integração à malha aérea nacional e fomentando o desenvolvimento socioeconômico.
Fonte: Revista Cenarium
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